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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

O Tempo e a Filosofia: Vivemos no Passado, Presente ou Futuro?

 O tempo sempre foi um dos grandes mistérios da existência humana. Será que vivemos verdadeiramente no presente, ou estamos presos entre as lembranças do passado e as expectativas do futuro? Diversos filósofos tentaram responder essa questão e, com isso, nos ensinaram maneiras de lidar melhor com o tempo e a nossa própria vida.

O Presente é Tudo o Que Temos?

Muitas tradições filosóficas e espirituais defendem que a única coisa real é o momento presente. O agora. Mas será que conseguimos realmente viver nele?

Heráclito: Tudo Flui, Nada Permanece

Heráclito, filósofo grego, dizia que "ninguém se banha duas vezes no mesmo rio". Para ele, tudo está em constante mudança, e o presente nada mais é do que um instante fugaz. Dessa forma, o tempo é como um fluxo contínuo que nunca para.

Se aceitarmos essa visão, precisamos nos acostumar com o fato de que tudo está sempre mudando – inclusive nós mesmos.

Agostinho e a Natureza do Tempo

Santo Agostinho foi um dos primeiros filósofos a explorar profundamente o conceito do tempo. Ele questionava: se o passado já passou e o futuro ainda não chegou, então como o tempo pode existir?

Para ele, o tempo só existe em nossa mente: lembramos o passado, vivemos o presente e esperamos o futuro. Assim, nossa experiência do tempo é mais psicológica do que objetiva.

Heidegger e o Ser no Tempo

Martin Heidegger via o tempo como parte essencial do que somos. Para ele, nossa existência está sempre projetada para o futuro. Fazemos planos, temos expectativas e buscamos constantemente algo adiante. Mas, ao mesmo tempo, somos marcados pelo passado, que influencia nossas decisões.

Isso nos leva a um dilema: estamos sempre olhando para frente ou para trás, mas raramente conseguimos viver plenamente no presente.

Se seguirmos essas perspectivas filosóficas, podemos aprender algumas lições importantes:

  1. Aceite a mudança como parte da vida (Heráclito). Nada dura para sempre, e essa consciência pode nos ajudar a aproveitar melhor cada momento.

  2. Entenda que o tempo é subjetivo (Agostinho). O passado e o futuro existem mais na nossa mente do que na realidade. Precisamos equilibrar memória e planejamento sem nos perdermos neles.

  3. Reconheça que estamos sempre em movimento (Heidegger). A vida não é um ponto fixo, mas um processo constante de transformação.

Muitas vezes, sofremos porque nos prendemos demais ao passado ou ficamos ansiosos pelo futuro. A filosofia nos ensina que, embora o tempo seja inevitável, podemos aprender a usá-lo a nosso favor.

Talvez a melhor maneira de viver seja encontrar um equilíbrio: honrar o passado, planejar o futuro, mas sempre lembrar que é no presente que a vida realmente acontece.

E você? Vive mais no passado, no presente ou no futuro?

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A conversão de Agostinho

http://www.webartigos.com/artigos/a-conversao-de-santo-agostinho/5730

A Conversão de Santo Agostinho
O novo membro da igreja Católica
(Sérgio Mendes)

sexta-feira, 17 de março de 2017

Santo Agostinho x São Tomás de Aquino

Santo Agostinho x São Tomás de Aquino.
Santo Agostinho (354-430).

O cristianismo estava consolidado nessa época: embora tivesse apenas quatrocentos anos, era considerado a verdade irrefutável. Apesar disso, Santo Agostinho, que nasceu no norte da África, numa cidade chamada Tagaste, nem sempre foi cristão. Fez os primeiros estudos na cidade natal e, com a ajuda de um amigo, foi para Cartago, aos dezesseis anos, completar os estudos superiores. Não foi um bom aluno. Na juventude, detestava estudar grego. Interessou-se por filosofia ao ler uma obra de Cícero.

Exercícios - Patrística e Escolástica



1. (Uff 2012) A grande contribuição de Tomás de Aquino para a vida intelectual foi a de valorizar a inteligência humana e sua capacidade de alcançar a verdade por meio da razão natural, inclusive a respeito de certas questões da religião. Discorrendo sobre a “possibilidade de descobrir a verdade divina”, ele diz que há duas modalidades de verdade acerca de Deus. A primeira refere-se a verdades da revelação que a razão humana não consegue alcançar, por exemplo, entender como é possível Deus ser uno e trino. A segunda modalidade é composta de verdades que a razão pode atingir, por exemplo, que Deus existe.
A partir dessa citação, indique a afirmativa que melhor expressa o pensamento de Tomás de Aquino.

Santo Agostinho - aula